segunda-feira, 4 de julho de 2011

Promotores: camareira mentiu em depoimento sobre Strauss-Kahn


NOVA YORK - A mulher que acusou o ex-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn de abuso sexual admitiu que mentiu para o júri sobre o que aconteceu após o suposto ataque, disseram promotores a advogados de Strauss-Kahn numa carta.

Inconsistências na versão da história contada por ela levaram investigadores a perder a fé em sua credibilidade como testemunha, uma virada dramática no caso contra o homem que chegou a ser visto como principal favorito na eleição presidencial francesa de 2012.


A camareira disse inicialmente aos promotores e ao júri que fugiu para o corredor do hotel em que trabalhava após o incidente e esperou que Strauss-Kahn fosse embora, informando em seguida seu supervisor sobre o que acabara de acontecer, disseram os promotores.

"A querelante (acusadora) admitiu que seu relato é falso e que, após o incidente na suíte 2806, foi limpar um quarto próximo e então voltou à suíte 2806 e a limpou também, antes de informar o incidente a seu supervisor", afirma a carta.

(Reportagem de Daniel Trotta)

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